sexta-feira, 14 de outubro de 2016

MESTRE!

Bela matéria do amigo Daniel Wolff, da Mestre-Cervejeiro.


GLOSSÁRIO CERVEJEIRO: TERMOS QUE AMANTES DA CERVEJA PRECISAM CONHECER

O desenvolvimento da Cultura da Cerveja no Brasil vem enriquecendo o vocabulário dos apreciadores

Até pouco tempo atrás as pessoas escolhiam cervejas dividindo entre claras e escuras. Hoje a Cultura da Cerveja está em plena expansão no Brasil, ganhando profundidade e complexidade, e com isso surgem termos mais específicos que até então não faziam parte do vocabulário dos apreciadores. Por isso o Mestre-Cervejeiro.com montou um pequeno glossário com alguns dos termos mais comumente encontrados no rico universo cervejeiro.

“Alguns termos podem causar estranheza ou até mesmo rejeição por falta de conhecimento sobre os variados termos cervejeiros. A transmissão de informação pode ajudar a abrir as portas deste rico universo para os apreciadores”, afirma o sommelier de cervejas e diretor da rede de franquia Mestre-Cervejeiro.com.

Confira abaixo alguns dos principais termos cervejeiros e boa degustação!

ABV: Sigla de Alcohol by Volume, "Álcool por Volume" em inglês. É definido como o volume em ml de etanol puro em 100 ml de uma solução a 20°C. Ou seja, uma cerveja com 10% de ABV contém 10 ml de etanol puro a cada 100 ml de cerveja.

Adjunto: No contexto de produção de cervejas, considera-se adjunto qualquer ingrediente que não seja água, malte, lúpulo ou levedura. Quase tudo pode ser um adjunto: grãos não maltados, açúcares, frutas, flores, ervas, especiarias etc.

Ale: Uma das três grandes famílias cervejeiras. Agrupa todos os estilos produzidos com leveduras Ale (também conhecidas como de alta fermentação), geralmente da espécie Saccharomyces cerevisiae. Esta levedura trabalha em temperaturas mais elevadas, entre 15 e 25°C e caracteriza-se pela produção de ésteres frutados.

Brassagem: Sinônimo de maceração dos maltes, etapa na qual os açúcares são extraídos dos grãos através da atuação de diferentes enzimas ativadas pelo aquecimento da água em diferentes temperaturas.

Brettanomyces: Gênero de levedura empregada na produção de alguns estilos de cerveja e vinho, "prima" das Saccharomyces que são mais comumente utilizadas. Produz ácido acético – considerado defeito em alguns estilos e desejável em outros – e compostos aromáticos com notas animais (couro, estábulo etc).

Carbonatação: Teor de gás carbônico (dióxido de carbono - CO₂) presente na cerveja.

Cervejaria cigana: Cervejaria que não tem fábrica própria, ou seja, terceiriza sua produção na fábrica de outra cervejaria.

Drinkability: Termo subjetivo usado para descrever o quanto uma cerveja é fácil de beber. Uma cerveja com baixo drinkability sacia ou torna-se enjoativa mais rapidamente do que uma com alto drinkability. Importante lembrar que este termo não reflete qualidade técnica ou sensorial, pois uma cerveja com baixo drinkability pode mesmo assim ser de excelente qualidade.

Dry Hopping: Técnica originada na Inglaterra e hoje muito utilizada em cervejas da escola americana. Trata-se da adição de lúpulo seco (por isso o termo "Dry Hop") nas etapas frias de produção.

Ésteres: Compostos químicos responsáveis pelos variados aromas frutados presentes caracteristicamente nos estilos belgas como Belgian Tripel, Belgian Dubbel e Belgian Dark Strong Ale. Podem remeter a diferentes frutas como banana, damasco, pêssego, banana-passa, figo, ameixas etc.

Fermentação: Processo no qual a levedura consome os açúcares fermentáveis do mosto, transformando-os em álcool etílico e gás carbônico (dióxido de carbono - CO₂).

Growler: Garrafão para transporte de cerveja. Geralmente feito de cerâmica, vidro ou aço inox. Existem growlers de diferentes capacidades, sendo o mais comum entre 1 e 3 Litros.

Helles / Heller: Hell significa "claro" em alemão. Portanto, a tradução de Munich Helles significa "Clara de Munique", assim como Heller Bock significa "Bock Clara". A variação no fim das palavras se deve à declinação dos adjetivos no idioma alemão.

Homebrewing: Prática de produção caseira de cervejas. Quem pratica este hobby é denominadohomebrewer, ou cervejeiro/a de panela.

IBU: Sigla de International Bitterness Unit. É uma escala para medir o amargor nas cervejas, sendo que 1 IBU = 1 mg de alfa ácido (α-ácido) isomerizado por Litro de cerveja.

Lager: Uma das famílias cervejeiras. As Lagers são também chamadas de cervejas de "baixa fermentação". Engloba estilos como Bohemian Pilsner, Schwarzbier, Doppelbock, entre outros.

Lambic: Uma das famílias cervejeiras. Trata-se de cervejas produzidas através de fermentação espontânea, com as leveduras presentes no ar. Engloba estilos como Gueuze, Faro e Kriek Lambic.

Levedura: Também chamada de levedo ou fermento. Termo genérico para as diversas espécies de fungos unicelulares responsáveis pelo consumo de açúcares fermentáveis – presentes no mosto de cervejas, vinho e massas de pão, por exemplo –, transformando-os em álcool etílico e gás carbônico (dióxido de carbono - CO₂). A origem da palavra vem do latim levare, que significa "crescer" ou "fazer crescer".

Lúpulo: Espécie de trepadeira que produz flores empregadas na fabricação de cerveja por serem ricas em uma resina que traz amargor e aroma às cervejas.

Malte: Matéria-prima rica em açúcares fermentáveis produzida a partir da germinação e secagem de diferentes grãos, geralmente cevada e trigo.

Maturação: Processo após a fermentação no qual a cerveja é mantida em torno 0°C por algumas semanas para sedimentar todas as partículas sólidas e "arrendondar" os sabores. Muitas vezes adjuntos como frutas, ervas e especiarias são adicionados nesta etapa, assim como o dry-hopping.

Mosto: Líquido resultante da maceração dos maltes e fervura dos lúpulos, rico em açúcares, que quando fermentado torna-se cerveja.

Off Flavor: Defeito sensorial encontrado nas cervejas devido à falhas de produção, armazenamento, transporte e/ou serviço.

Pasteurização: Processo de esterilização de alimentos como cerveja, leite e queijos, desenvolvido por Louis Pasteur em 1864. Consiste no aquecimento do produto abaixo de seu ponto de ebulição por alguns minutos e subsequente resfriamento.

Pint: Modelo de copo tradicionalmente utilizado em Pubs ingleses e, posteriormente, bares norte-americanos devido à sua grande capacidade e por ser facilmente empilhável. O nome vem de uma unidade de volume do Sistema Imperial Britânico referente a 1/8 de um galão. Os pints ingleses, chamados de Nonic Pint, tem capacidade de 568 ml, enquanto os pints americanos, chamados de Shaker Pint, tem capacidade de 473 ml. Esta diferença em volume reflete a diferença do volume de um galão nos sistemas imperiais de cada país, que é aprox. 20% menor nos EUA.

Refermentação na garrafa: Nas cervejas refermentadas na garrafa, também chamadas de condicionadas em garrafa (em inglês bottle-conditioned), ocorre um fermentação secundária dentro da embalagem. A cerveja é engarrafada sem ser filtrada e, quando necessário, com uma pequena carga adicional de açúcares (priming). Neste processo as leveduras continuam trabalhando após o envase, gerando naturalmente mais gás carbônico. Geralmente são cervejas bem carbonatadas e quase sempre apresentarão sedimentos no fundo da garrafa. Este processo é muito comum em cervejas belgas.

Reinheitsgebot: Nome em alemão da Lei de Pureza Alemã, promulgada em 1516 pelo Duque Guilherme IV da Baviera. Determinava que apenas três ingredientes eram permitidos na produção de cerveja: água, malte e lúpulo. Está em vigência até hoje, com diversas atualizações como a inclusão da levedura, na época desconhecida.

Saccharomyces: Nome científico do gênero de leveduras responsáveis pela fermentação da maioria das cervejas.

Session: As cervejas Session (não confundir com Saison, que é um estilo da escola Belga) são versões de qualquer estilo, mantendo-se as demais características como aromas e gostos, porém com teor alcoólico reduzido. É possível produzir uma cerveja Session a partir de qualquer estilo, como por exemplo Session IPA, Session Pilsen ou Session Porter. Até mesmo Session Saison!

Single Hop: Termo que pode ser traduzido como "Lúpulo Individual". Refere-se a cervejas que utilizam apenas uma variedade de lúpulo em sua receita.

Sommelier ou Sommelière: Profissional especialista sobre a história, características sensoriais, harmonizações e serviço dos diferentes estilos de cerveja. Existem também Sommeliers (homens) e Sommelières (mulheres) de outras bebidas como vinho e chá.

Turbidez: Redução da transparência de um líquido. Nas cervejas é comum encontrar turbidez devido a presença de leveduras (por não serem filtradas) e partículas de lúpulo (geralmente quando emprega-se a técnica de dry hopping) em suspensão. Em alguns casos pode ocorrer também devido ao Chill Haze("Turbidez a frio" em inglês).

Para ver o Glossário completo e conhecer outros termos, acesse: http://www.mestre-cervejeiro.com/glossario-de-termos-cervejeiros/

quinta-feira, 16 de junho de 2016

A CERVEJA DENOREX







Não é mais novidade pra ninguém que o mercado da boa cerveja alcançou um ponto que talvez fosse inimaginável para muitos apreciadores no passado. Difícil prever naquela época, que no futuro teríamos tamanha oferta de estupendas cervejas com uma profusão de estilos e, consequente engrandecimento do mercado cervejeiro. O espaço nas gôndolas dos supermercados acompanhou esse crescimento, onde antes haviam seções especializadas apenas a vinhos agora a cerveja ganha respeito. Surgimento também de bares exclusivamente dedicados a essa bebida, com carta de cervejas, espalhados pela cidade, e mesmo nos botecos mais chinfrins se encontra uma opção melhor do que as tradicionais “Pilsens abrasileiradas”.







Todavia, às vezes toda essa emergente efervescência foge ao sustentável! O sucesso de determinadas microcervejarias artesanais é tamanho que estão enlatando chope (cerveja não pasteurizada). E o que tem isso de errado? Ora, inicialmente do ponto de vista da identidade visual do produto artesanal, uma lata de alumínio já descaracteriza a peculiaridade do processo, ainda que a experiência do apreciador perde a beleza de, por exemplo, trabalhar o sedimento cervejeiro no serviço ao copo. De outra ordem, se entendermos que tecnicamente a lata substitui a garrafa de vidro no quesito da facilidade do transporte e estocagem porque o casco é frágil, o que pensar da lata de chope que precisa ser mantida gelada para não explodir? É um passo para frente na direção errada... “Solução de perro com choro libre”!



Algo muito criticado sempre foi o desserviço de “entendidos” em cervejas especiais, que cometem “equívocos” em seus ensinamentos. Coisa do tipo “Cervejas pretas são fortes e só se bebe no inverno”, até pérolas como “Cervejas de trigo levam banana e cravo em sua receita”. Se forem repercutidas por algum “beer sommelier” de correspondência, vulgos “zitochatos”, perdoamos e entendemos. Na verdade, em muitos casos não há má intensão, e sim ao contrário, são apreciadores impulsivos e muito deslumbrados com a novidade. Entretanto, não dá para aceitar quando vemos erros oriundos de grandes oligopólios cervejeiros – e não venham se justificar que é “culpa do ‘marketing’...”! Um exemplo disso é a linha da repaginada Brahma Extra. Protagonista no passado que hoje não passa de uma coadjuvante! O que dizer de uma cerveja que, dentro de seu ‘set’ com Weiss e Red Lager, vende a mensagem de um estilo chamado Lager? Que os acadêmicos me corrijam, mas para mim essa adaptação só prejudica o entendimento dos iniciantes... #ficaadica!

quarta-feira, 18 de maio de 2016

UNITED STATES OF BUB


Cerveja Budweiser mudará seu nome para "America"

As latas e garrafas com o novo rótulo começarão a chegar às prateleiras a partir do dia 23 deste mês







A cerveja Budweiser anunciou nesta terça-feira, 10, que irá trocar de nome, temporariamente, para “America” nos Estados Unidos da América (EUA) até as eleições presidenciais do país, em novembro. A alteração também será usada nas Olimpíadas Rio 2016, no Brasil.
A mudança inclui alterações no rótulo e até no logo da cerveja fabricada há 140 anos nos EUA. As latas e garrafas com o novo rótulo começarão a chegar às prateleiras a partir do dia 23 deste mês.
De acordo com a marca, fabricada pela AB Inbev, o objetivo é "inspirar os consumidores a celebrarem os valores de liberdade e autenticidade que os Estados Unidos e a Budweiser compartilham".
"Estamos embarcando naquele que deve ser o verão mais patriótico que esta geração já viu, com a Copa América Centenário sendo realizada em solo norte-americano pela primeira vez e a equipe dos EUA competindo nas olimpíadas e paraolimpíadas Rio 2016", disse em nota, o vice-presidente da Budweiser, Ricardo Marques.

Campanha
Com o mote “America is in Your Hands” (A América está em suas mãos), a ação de marketing integra a campanha deste verão no país norte-americano.
As mudanças nos rótulos também afetarão a legenda sob o novo nome, onde será possível ler um dos primeiros lemas de ordem nacionais dos Estados Unidos, "E pluribus unum", ao invés de "King of Beers".
Fonte: O POVO Online

sexta-feira, 4 de março de 2016

NOME NÃO


Por essas idas e vindas, de bar em bar, bebendo cerveja, lembramos de algumas cervejas brasileiras com nomes curiosos...




Daqui mesmo do Rio Grande do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre, em Novo Hamburgo, conhecemos a Bossta! Criada pelo holandês Henk, a confraria caseira cresceu e virou ponto de encontro de amigos, cerveja e boa comida. Tudo com Bossta!





http://www.cervejariaurbana.com.br/


“Bem humorados, os nomes das cervejas geram polêmica e ficam cada vez mais conhecidos
Com – SEIS - anos de existência, a cervejaria Urbana, do Jabaquara, zona sul de São Paulo (SP), tem ganhado destaque não só pelas receitas, mas também pelos rótulos. Com viés cômico, o conceito utilizado não tem agradado a todos os públicos. Inclusive, foram tachados de machistas com as marcas Gordelícia, Sporro e Refrescadô de Safadeza. Na defesa, um dos proprietários, André Leme Cancegliero, afirma que a proposta é totalmente voltada para o humor sem a intenção de denegrir a imagem feminina.
A Gordelícia foi um dos primeiros rótulos lançados pela cervejaria. Na garrafa, uma mulher fora dos padrões, com curvas arredondadas ilustra a bebida. A ideia surgiu por ser uma Belgian Strong Ale, uma “belga fortinha” como descreve André. “Ouvimos que nosso rótulo transforma a mulher em um objeto, mas não foi essa a intenção. Usávamos muito esse apelido na época da faculdade, sem cunho pejorativo, é uma brincadeira”, explica.
A opção pelas brincadeiras tem excluído a cervejaria de eventos e dificultado a comercialização em algumas redes de bares e restaurantes. Isso, no entanto, não preocupa a cervejaria que tem uma produção de mensal de 15 mil litros e, além de São Paulo, comercializa seus rótulos em Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais e Goiás. Ainda mantém tratativas para levar a marca para outros estados.”

Leia a notícia completa em: http://revistabeerart.com/news/2014/9/18/os-controversos-rtulos-da-urbana






“Mas afinal, quem são esses caras?
#AQUELESCARAS
Aqueles Caras é uma cervejaria cigana que possui uma única missão: possibilitar que uma vez ou outra você possa mandar tudo para a puta que pariu e ser feliz!
Nascida no Rio de Janeiro e lançada no Mondial de la Bière em Novembro de 2015, a ideia da criação da cervejaria e de seu primeiro rótulo, a APA Puta Que Pariu, vieram daquela vontade latente de mandar tudo para...







Pra fechar, a cervejinha caseira não muito simpática... Cerveja que se pede em alto e bom som: “Weiss Füder”!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

TERÇA VERDE

Heineken troca embalagens de cerveja por 30% de desconto





A marca de cerveja desenvolveu uma ação de reciclagem para os consumidores da bebida em São Paulo. Batizada de Green Tuesday, a iniciativa concede descontos às terças-feiras aos clientes do Pão de Açúcar que apresentarem embalagens vazias, seja de latas e/ou long necks, de qualquer marca de cerveja.

Em troca de 12 embalagens o consumidor recebe um voucher de 30% de desconto na compra de outras 12 unidades iguais (latas 350ml ou 12 long necks de 250ml/ 355ml) da marca Heineken. O voucher deverá ser entregue no caixa do estabelecimento.

"Queremos incentivar os consumidores a transformar a coleta e separação de materiais recicláveis em uma ação cotidiana. A abordagem da campanha reforça o comportamento positivo do consumidor, que se beneficia ao fazer a coleta e reciclagem de vidros e latas, ao mesmo tempo em que o conscientiza da importância de se envolver com este tema", explica Renata Zveibel, diretora de comunicação externa e sustentabilidade da Heineken Brasil.

A ação teve início nesta terça-feira (12) e vai até dia 2 de fevereiro. São 50 lojas participantes, confira o regulamento.

Fonte: Adnews


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

EISENBÃO!


Eisenbahn 600 ml no Sul 
Os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina foram os escolhidos pela marca Eisenbahn para o lançamento da sua primeira cerveja em 600 ml. Conhecida pelas tradicionais garrafas de 355 ml, a marca aposta no potencial da Região Sul para democratizar o consumo de cervejas especiais no país. A novidade vale para o estilo Pilsen e será comercializada em bares e restaurantes locais. Já a distribuição nacional em tamanho maior está prevista para março de 2016. Por ser puro malte, a cerveja tem características um pouco distintas das Pilsens comuns. Sua coloração é dourada e notam-se os aromas de malte e lúpulo. Trata-se de uma cerveja muito saborosa e com bom equilíbrio entre sabor e aroma.

Fonte: Ketchum

ENLATADOS




Aconteceu nesta quarta-feira, dia 18 de Novembro de 2015, o lançamento da primeira linha de cerveja artesanal do Brasil em lata de um litro.
A cervejaria Mistura Clássica reuniu cerca de 180 pessoas no restaurante CASA Vieira Souto, em Ipanema.
Marta Ribeiro, sócia da Cervejaria Mistura Clássica, fez festa ontem no restaurante CASA Vieira Souto para apresentar a primeira linha de cerveja artesanal do Brasil em lata de um litro.
180 convidados lotaram o salão de eventos do restaurante para experimentar em primeira mão os novos sabores de cerveja que serão lançados oficialmente hoje, no Mondial de la Bière. Gente de peso do universo cervejeiro passou por lá, como Jeannine Marois, presidente do Mondial de La Bière e responsável pela organização internacional, Randy Mosher, renomado designer de rótulos norte-americano, Victor Montenegro, diretor de negócios da Fagga, Gil Lebre Abbade, eleito o melhor sommelier de cerveja do país pelo Instituto da Cerveja do Brasil, e Ronaldo Rossi, chef de cozinha e Sommelier de cervejas. Marta também anunciou que em janeiro abrirá uma fábrica bar na marina Verolme, em Angra do Reis. Ou seja, será possível degustar as lupuladas al mare. Nada mal.

Fonte: Documennta

CURSO DE ZITÓLOGO



​INSTITUTO DA CERVEJA ABRE NOVA TURMA DO CURSO INTENSIVO DE SOMMELIER DE CERVEJAS
Aulas da profissionalização certificada pela Associação Internacional de Sommelier da França terão início em novembro

​Na primeira semana de novembro, o Instituto da Cerveja Brasil ​inicia nova turma do seu curso ​intensivo de Sommelier de Cervejas​ em São Paulo​. Com duração de ​104​ horas, a formação é certificada pelo Instituto da Cerveja Brasil e pela ASI (Association de la Sommellerie Internationale - França). Além disso, foi concebido em uma parceria com a ABS-SP (Associação Brasileira de Sommelier de São Paulo). O curso capacita alunos como sommeliersprofissionais ou como consultores/assessores dos diversos segmentos do mercado – cervejarias, lojas, bares, etc., dando uma visão real e abrangente da profissão e aplicando eficiente e intensivo treinamento prático nas variadas vertentes da atividade.

​Segundo Estácio Rodrigues - co-fundador do Instituto da Cerveja Brasil e um dos coordenadores do curso -, ao final das aulas os participantes estarão aptos a analisar tecnicamente diferentes estilos e a sugerir o mais adequado para variados gostos - contribuindo para um consumo consciente, responsável e mais prazeroso.

“Além disso, os alunos conseguirão harmonizar adequadamente variados estilos gastronômicos, elaborar cartas para diferentes pontos de venda, promover eventos de degustação e harmonização para diversos públicos, servir de acordo com diretrizes comportamentais e técnicas recomendadas - para satisfazer o cliente da melhor maneira possível, além de utilizar conceitos e estratégias de marketing e de mercado para alavancar vendas e difundir a cultura cervejeira no seu local de trabalho”, pontua Estácio.

O conteúdo do curso abrange história da bebida, técnicas de degustação, matérias-primas utilizadas em sua produção, processo de fabricação e famílias das cervejas, as diferentes escolas cervejeiras, análise sensorial, técnicas de harmonização e de elaboração de carta de cervejas, visita a microcervejaria, entre outros temas detalhados no site do Instituto da Cerveja e disponíveis no link -http://www.institutodacerveja.com.br/cursos/detalhes/curso-de-sommelier-de-cervejas-intensivo-2-curso#.VczAnvlVhHw.

Aulas:
·  Novembro – 23, 24, 25, 26, 27 e 30
·  Dezembro - 1, 2, 3, 4 e 5 
·  Janeiro - formatura. Passivo de alteração.
·  Visita à Fabrica - ainda sem data definida, porém vale ressaltar que a visita ocorrerá durante um sábado.
Carga Horária: 104 horas.
Degustação: mais de 90 cervejas.
Frequência mínima obrigatória: 80%.
Avaliação: 2 provas teóricas objetivas; 1 prova prática dissertativa e 1 trabalho. A media para aprovação é 5,0 (cinco).
Público-alvo: entusiastas, cervejeiros caseiros, profissionais de bares, restaurantes, importadoras e outros estabelecimentos relacionados, empreendedores da esfera gastronômica.
Pré-requisito: Ensino Médio completo.
Professores: Kathia Zanatta, Alfredo Ferreira, Fernando Carvalho, Edu Passarelli, Alexander Moraes, Estácio Rodrigues, Márcio Silva, Celso Jr e Alex Moraes.
Coordenação - Estácio Rodrigues e Bruna Azevedo.
Certificação: Instituto da Cerveja Brasil, Associação Brasileira de Sommelier, e ASI(Association de la Sommellerie Internationale - França)
Valor do Curso:  R$ 3.250
Valor do Curso (ex-alunos): R$ 3.050,00
Formas de Pagamento:
Acesse o link:https://www.institutodacerveja.com/confirmar-matricula?c=112   para efetuar sua inscrição e pagamento. 

Investimento: R$ 3.250,00
Data: de 23/11/2015 até 05/12/2015
Horário: das 9:00h às 18:00h
Duração: 104 horas
Local: Av. dos Carinas, 417 - Moema
Cidade: São Paulo, São Paulo​


Sobre o Instituto da Cerveja

O Instituto da Cerveja é, atualmente, a maior referência brasileira em educação cervejeira do país, tendo entre sua lista de professores alguns dos mais respeitados nomes do mercado, como o doutor Martin Zarnkow, da universidade alemã Weihenstephan – a mais bem conceituada escola atuante na formaçãode profissionais da cerveja do mundo. Fundado em 2010, por Kathia Zanatta, mestre-cervejeira pela Siebel Institute (USA) e Doemens Academy (Alemanha), Alfredo Ferreira,mestre-cervejeiro pela Doemens Academy (Alemanha), e Estácio Rodrigues, MBA em gestão de negócios pela ESPM, o Instituto capacita profissionais, oferecendo palestras e cursos profissionalizantes e de especialização. E ainda, difunde e consolida a cultura cervejeira no mercado brasileiro por meio de competições, como o Campeonato Brasileiro de Sommeliers de Cervejas, criado em parceria com ABS- Associação Brasileira de Sommeliers.




MOSTARDA MAS NÃO FALHA!




Cervejaria Bohemia lança linha de mostardas cervejeiras em colaboração com a Brewer Chef
As receitas foram inspiradas nos consagrados estilos de cerveja Witbier, Stout e Pale Ale

Petrópolis, novembro de 2015. Do universo cervejeiro para o mundo da gastronomia. A Cervejaria Bohemia apresenta em colaboração com a Brewer Chef sua mais nova receita: a linha de Mostardas Cervejeiras. O lançamento une ingredientes naturais da cerveja como malte de cevada e lúpulo, a especiarias e características dos estilos Witbier, Stout e Pale Ale.

“O mundo da cerveja é algo único. A variedade incrível de estilos e ingredientes junto com o toque do Mestre Cervejeiro dá vida a um universo de aromas e sabores, que quando harmonizados com a gastronomia extrapolam o copo. Esses ingredientes são tão ricos, que junto com o Tulio Rodrigues, da Brewer Chef, nos inspiramos em criar algo a partir deles, mas respeitando e utilizando as suas características. É uma forma de levar a cultura cervejeira a novos lugares – e a sua infinidade de possibilidades”, explica Pablo Pedalino, gerente da marca.

"Acredito que o que uniu a primeira cervejaria do país aos caras que primeiro colocaram ingredientes naturais da cerveja em alimentos, seja a mesma, a paixão pelo lúpulo e pelo malte de cevada", completa Tulio Rodrigues, da Brewer Chef.

As cervejas de trigo belga do estilo Witbier são conhecidas pela sua leveza e refrescância graças à combinação de notas cítricas e seu corpo leve, resultado de ingredientes como o próprio trigo, semente de coentro e a casca de laranja. Inspirados nesse estilo criamos a Mostarda Witbier: leve, condimentada, cítrica e com o dulçor do malte. A sugestão é combiná-la com a Bohemia Bela Rosa (Witbier) e pratos leves como linguado assado para que realcem a sua delicadeza.

Mostarda Pale Ale tem leve dulçor do malte de cevada equilibrado com ervas finas que dão uma característica herbal típica dos lúpulos ingleses, o tempero da cerveja. Além disso, no paladar é possível sentir um toque caramelizado que lembra as English Pale Ales, um dos estilos mais populares da Inglaterra.  Para realçar essas sensações a sugestão é incluí-la em receitas que tem como ingrediente principal a carne suína, como o pernil, pois evidenciam seu sabor. Para deixar ainda mais único, combine com a Bohemia Jabutipa, uma IPA com amargor moderado.

Mostarda Stout é feita a partir de grãos de mostarda e maltes torrados que dão uma exótica cor negra e um aroma peculiar que lembra café. Já seu sabor é característico do estilo de cervejas Irish stout, com notas torradas e leve amargor. São inúmeras possibilidades para criar, mas experimente usá-la como base para molhos de carnes que ressaltará os sabores e trará uma personalidade única ao prato. Para complementar essa experiência vale a pena harmonizar com a Bohemia Oito e Um, uma cerveja escura e leve do estilo Session Stout.

As mostardas poderão ser adquiridas em duas versões: separadamente ou em um kit contendo as três receitas, perfeito para presentear aquela pessoa especial apaixonada por cerveja, gastronomia, ou os dois. As vendas começam a partir de novembro no Empório da Cerveja (www.emporiodacerveja.com.br), na Cervejaria Bohemia em Petrópolis, no Food Truck Bohemia, em supermercados selecionados e no site do Brewer Chef (www.brewerchef.com). O preço sugerido é de R$ 15 (cada).

Sobre a Cervejaria Bohemia
Localizada em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, a Cervejaria Bohemia é a mais antiga cervejaria do Brasil, fundada em 1853. Hoje, é um grande centro de experiências cervejeiras e de inovação – eleita novidade do ano pelo Guia 4 Rodas em 2013. A cervejaria já produziu diversas receitas nos últimos anos, como Bohemia Reserva, uma cerveja do estilo Barley Wine, premiada no último Festival Brasileiro da Cerveja em Blumenau. Em 2014 lançou 3 novas cervejas:a Witbier  Bela Rosa (premiado no MBeer Contest Brazil/Mondial de La Bierre 2014), a IPA Japutipa e a Belgian Blonde Caá-Yari.

Além da cervejaria o local conta com um museu onde explora a história da cerveja no Brasil e da Bohemia. São mais de sete mil m² e 20 ambientes interativos, que mostram a relação da cerveja com a gastronomia, a cultura, o comportamento, o bem-estar, o meio ambiente e o consumo responsável. Ao final do passeio, o público tem a oportunidade de provar a cerveja direto da fonte, uma completa experiência com aromas, texturas e sabores. O complexo conta ainda com bar e restaurante, onde são servidos pratos harmonizados com as cervejas.

Para saber mais sobre o universo cervejeiro de Bohemia:
Instagram: @cervejariabohemia

Sobre a Brewer Chef
O brasileiro é apaixonado por cerveja e gastronomia. Pensando na conexão entre essas duas paixões nacionais, a Brewer Chef uniu malte e lúpulo, os principais ingredientes cervejeiros, a uma linha gastronômica completa com molhos, temperos, pimentas, azeites e muito mais. A marca foi lançada em fase experimental no fim de 2014 e teve toda sua produção esgotada com vendas online em menos de duas semanas.

Todas as receitas foram criadas em parceria com chefs e cervejeiros que cuidaram de perto do desafio de manter as características de uma receita artesanal para atender a demanda de uma distribuição nacional. A marca é um projeto de quatro empreendedores com experiência no mercado cervejeiro: Tulio Rodrigues, Bruno Couto, Alexandre Costa e Marcelo Ludovice.

Para saber mais sobre a Brewer Chef: www.brewerchef.com

Fonte: inpresspni


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