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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

SOCIEDADE SECRETA DA CERVEJA


Nosso amigo Vittorio Lewandowski, pela primeira vez, se rende à imprensa e abre seu bar Bierkeller à matéria jornalística.

(cliques na imagem para assitir a reportagem)


Assista, também, a descoberta da "passagem secreta"...

quarta-feira, 26 de março de 2014

DO LIMÃO À LIMONADA! NA ONDA DAS RADLER...


Comercial ressuscita Kurt Cobain, Tupac, Lennon e Elvis

Cerveja holandesa Bavaria "confirmou" boatos de que famosos que morreram jovens estão vivos em seu novo anúncio

Comercial da cerveja holandesa Bavaria
Reprodução/YouTube
Comercial da cerveja holandesa Bavaria: de acordo com a marca, os ídolos estão numa ilha se divertindo

Uma lenda diz que Elvis Presley não morreu. Outro boato afirma que o rapper Tupac Shakur está vivo e gravando novas músicas. Como eles, Marilyn Monroe, John Lennon, Kurt Cobain e Bruce Lee morreram jovens demais. Naturalmente, os fãs mais fanáticos e entusiastas das teorias da conspiração juram que os ídolos estão vivos. A cerveja holandesa Bavaria "confirmou" os boatos em seu novo anúncio.

De acordo com a marca, os ídolos estão numa ilha se divertindo. Marilyn, por exemplo, passa manhãs espalhando protetor solar no abdômen de Tupac (repare no cavanhaque grisalho do rapper, indicando a passagem do tempo, além da tatuagem "Thug Life"). Cobain toca guitarra enquanto conversa com um John Lennon enrugado. Elvis e seus cabelos grisalhos passam o tempo procurando o que fazer, como tomar cerveja e encher um assento inflável. Já Bruce Lee - e sua roupa clássica do filme O Jogo da Morte - fica de olho nos arredores do local. Tanto que avisa aos outros ídolos que um navio se aproxima.
As celebridades se escondem rapidamente e camuflam a ilha paradisíaca. Elvis tenta se esconder atrás de um coqueiro, mas o comandante do navio afirma: "Acho que eu vi Elvis". Ninguém acredita e o filme termina com Elvis brindando: "Essa foi por pouco".

Criação é da agência Selmore.
Confira:



(Fonte: Exame)



P.S.
Só a cerveja para criar uma comédia dessas...

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A CERVEJEIRA QUE É UMA BRASTEMP!




Sabes aquela publicidade da "grande sacada"? Às vezes os publicitários tentam acertar achando que têm uma ideia única e brilhante. Por exemplo, imagines uma propaganda de presunto Tender ao som de "Love Me Tender"? É, isso! Agora, a Consul vende um belo produto chamado de "Cervejeira" e a extraordinária criatividade do reclame é dele ser vendido por uma cervejeira...









P.S.
Só para não restar dúvida: As duas cervejeiras são ótimas.



sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O CACHORRINHO DA BUD


Vejas a versão "promo" do reclame feito pela estadunidense Budweiser para o famoso intervalo publicitário do Super Bowl (final do futebol americano), que já é sucesso na rede. Os protagonistas do horário nobre e mais caro da televisão norte-americana são nada menos do que os dois melhores amigos do homem (o cavalo segundo o gaúcho). E, que dirá que a cerveja não é o terceiro? A cerveja eu passo, mas o cachorrinho lembro o meu amigo Ozzy!


 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

EU SÓ QUERO CHOCOLATE






A “gestão industrial” das cervejarias artesanais Devassa, Baden Baden, e Eisenbahn é realmente plausível. Após serem adquiridas pelo Grupo Schincariol, hoje Brasil Kirin, especulava-se que sofreriam descaracterizações e/ou descontinuidade de lançamentos. Diferentemente da Devassa englobada ao segmento de entrada, louvamos que tanto a Baden Baden quanto a Eisenbahn mantiveram-se em suas unidades fabris originais e com o mesmo fomento cervejeiro – incluindo-se, aqui, lançamentos de novos rótulos. Após a missão que chamamos de “Zehn” - lançamento da Eisenbahn 10 anos; dia 09 de Maio de 2013, o TELECERVEJA teve a honra de participar da missão “Chocolate” - lançamento da Baden Baden Chocolate. Afirmando a continuidade em lançamentos de cervejas especiais, já sob administração nipônica (Brasil Kirin).

Patrick Stephanou, Sady Homrich, Fabricio Santos, Bernardo Couto (atrás), e Daniel Wolff



Dessa vez, o lançamento foi na própria planta de origem. Subimos, então, a Campos do Jordão, acompanhados de expoentes formadores de opinião do mercado de cervejas especiais, figurado por amigos blogueiros; jornalistas; e empresários do setor. O que já era esperado é que alguns entusiastas da boa cerveja encontram-se nos mesmos eventos – o que não podia ser diferente, resultante do prestígio de suas ações em prol da cultura cervejeira. Os nomes, em ordem meramente alfabética, de alguns desses convidados devem ser lembrados, como: Bernardo Couto (Homini Lúpulo); Cássio Picolo (Frangó); Daniel Wolff (Mestre-Cervejeiro); Edu Passarelli (Aconchego Carioca – SP); Fabricio Santos (Full Pint); José Raimundo Padilha (Sommelier de Cervejas); Leonardo Botto (Botto Bar); Patrick Stephanou (TELECERVEJA - esse que vos escreve); e Sady Homrich (Extra-Malte). Amparados por competentes profissionais da Brasil Kirin, dentre eles amigos de importância cervejeira nacional como o mentor Juliano Mendes (“DNA Eisenbahn) e Luciano Lima (canais especiais); somados a Marcus Dapper (mestre-cervejeiro Baden Baden); e Peter Ehrhardt (mestre-cervejeiro matriz ITU).

Já na cervejaria Baden Baden, comparando com a vez em que a conhecemos antes de pertencer ao grande grupo cervejeiro, a satisfação em presenciar investimentos de expansão e tecnologia na unidade fabril. Mais um registro dum gerenciamento de visão estratégica bem sucedido. Após a visitação orientada em meio à produção, o grupo foi encaminhado a um ambiente montado em frente à cervejaria para o lançamento oficial do 11º rótulo: Baden Baden Chocolate, pelas mãos de Marina Barros (Marketing BK).

*Curiosidade: Em Campos do Jordão, considerada a cidade mais alta do Brasil com seus 1.628 m de altitude (a cima do nível do mar), a fervura do mosto é atingida a 95°C.

De forma exemplar, mais um produto projetado e executado pela junção de distintos segmentos da companhia. Assim como no caso da Eisenbahn 10 anos, desde a pesquisa mercadológica, do início ao fim, todo processo envolveu o marquetingue, o comercial, e o corpo técnico (mestres-cervejeiros). Diferentes áreas trocando experiências e lapidando o produto até o resultado final. Que deverá ser distribuído nacionalmente até o fim do mês, a um preço médio de R$ 15,00. Como diria Gilberto Gil: “Procure saber”!




EMBALAGEM
O conjunto é um primor à parte. O rótulo segue o padrão das outras cervejas da marca Baden Baden, porém o da Chocolate Beer apresenta desque em “hot stamping” (efeitos metalizados na impressão). O copo tipo snifter, eleito para a cerveja, o mesmo da Eisenbahn 10 Anos,  valoriza a sua apreciação. Há uma versão comemorativa, em porcelana, cor de chocolate, que é um dos raros copos sem transparência do mercado, e talvez sugira uma tendência para estilos de cerveja consagrados – onde a não visualização do líquido não seja um problema. Mais uma criação do Luciano Lima... E, lembrando do inverno, o grupo ganhou de presente, não apenas uma camisa tipo pólo, mas tipo pólo de manga comprida. Um sensível detalhe à parte!






HARMONIZAÇÃO
Na “árdua” missão de viajar a Campos do Jordão, o grupo foi recebido com um almoço harmonizado com outras Baden Baden. Especificamente à Chocolate Beer, sua degustação no lançamento veio acompanhada de doces de chocolate, que é a sua grande sugestão como brownie e petit gateau. Todavia, nossa veia gastronômica permite sugerir, além do clássico ‘fondue’ de chocolate, variações em sobremesas como ‘cheesecake’ de frutas vermelhas ou doces em calda de uva e goiaba. Ainda, devemos apostar na migração para pratos principais (salgados) com molhos caramelizados escuros. E, seguindo essa tendência, carnes caramelizadas como dita a “Reação de Maillard”. Vale testar!



LÍQUIDO
Depois da Baden Baden Stout Dark Ale, “Chocolate Beer” (Cerveja de Chocolate) é o mote. Ainda que, de fato tenhamos cacau e não chocolate propriamente dito, adicionado na fervura da cerveja em função da legislação do MAPA que proíbe ingredientes de origem animal, como o leite - cabe lembrar que a gordura, seja qual for, deve ser eliminada na elaboração de uma cerveja. Para reforçar no aroma, baunilha foi agregada na maturação. A base de maltes tostados de cevada e de trigo confere cor e sabor característicos de cervejas escuras e gosto amargo de “toffee”. O lúpulo especial, cuidadosamente, não compete ou ofusca o aroma e o sabor predominante de chocolate.











AVALIAÇÃO
Baden Baden Chocolate Beer

PRESSÃO
Pressão satisfatória; espuma aerada demais, de bolhas grandes e pouco persistente - a pesar de manter uma fina camada duradoura na superfície da cerveja.

APARÊNCIA
Creme amarelado e uma coloração extraordinária de chocolate potencializada pela turbidez. Trata-se de uma bela experiência apreciá-la visualmente.

AROMA
O aroma de chocolate e baunilha, característico de achocolatado líquido – tipo o “Brown Cau”, é impressionante. Assim como a cor de chocolate, o aroma sugere que estamos consumindo de fato um produto de chocolate.

SABOR
Os 6% APV não são percebidos no sabor, assim como o amargor e lúpulo. Talvez pensemos: “poderia ser chocolate meio amargo”... Todavia, a pesquisa do produto indicou que cervejas amargas têm maior rejeição ao grande público, e por sua vez o retrogosto é suavíssimo. Cerveja na marca de 10 IBUs.

CORPO
Outro indicativo de estudo foi de aumentar a bebilidade com um corpo mais leve, embora em nossa opinião um corpo denso fosse o ideal para essa cerveja. Percebemos um frisante carbonatado que limpa demais o paladar para o anseio do próximo gole.

IMPRESSÃO GERAL
Dada a proposta, é uma cerveja exemplar. Mesmo sendo uma edição limitada, nossa aposta é que agrade como uma cerveja de entrada a novos consumidores de cervejas especiais. Cerveja tipo “menu degustação”!


  

Nossos agradecimentos, ao grupo Brasil Kirin, pelo convite a mais uma memorável experiência. Ainda que nos sentimos lisonjeados pela lembrança e incentivados a exercer o nosso fomento à boa cerveja, ficamos felizes por mais um encontro com amigos e - por que não? - ídolos cervejeiros.





segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

TELECERVEJA 2013




Voltando de um ínterim, o TELECERVEJA renova o ímpeto, focando um discurso mais crítico ao cenário cervejeiro, na opinião, de Patrick Stephanou - esse que vos escreve. Felizmente, chegamos a um estágio, em que os consumidores não carecem mais tanto de catequização, servidos de muita informação oriundas das próprias cervejarias, lojas, bares, blogues, entre outros. Assim, o nosso foco apropria-se da avaliação e repercussão desse crescimento e desenvolvimento do mercado de cervejas especiais no país. O formato do blogue, agora, busca a identidade de um tablóide, com nossa coluna, charges, e novidades.

Cliques na imagem para ver o vídeo.

Em pleno período de férias, nada melhor que um “zitoturismo” (turismo cervejeiro). Então, que tal acompanhar a odisséia de um amante da cerveja, que a respeita como uma de suas paixões? No segundo episódio da mini série ‘Borghetti na Estrada’, “Cerveja, churrasco, e inspiração”, o simpático gaiteiro Renato Borghetti (Borghettinho) nos proporciona acompanharmos suas peculiares experiências cervejeiras na Europa. Gelar cerveja com neve? Borghettiando por aí...

Corujando, entre o Borghettinho e o Burgomestre Sady Homrich em dois momentos, 2006 e 2007.






domingo, 25 de novembro de 2012

MUSEU DA CERVEJA NA CIDADE DE PEDRA


foto: Bohemia




Quando o assunto é museu com o tema cerveja, as maiores referências são as européias: Heineken Experience, em Amsterdã; Guinness Storehouse, em Dublin; e Carlsberg Museum, em Copenhague. Todos com instalações que o tornam centros de experiência cervejeira em excelência. Com certeza, não são os únicos no mundo.  Precisamente, desde 04 de Maio deste ano, o Brasil faz parte desse rol com a inauguração do “Centro de Experiência Cervejeira, da Bohemia”, construído junto à restauração da - considerada - primeira cervejaria brasileira, a Bohemia, de 1853, em Petrópolis\RJ. Um complexo de milhares de metros quadrados, com investimento de milhões de Reais. Uma parceria da AmBev com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, que apresenta dois momentos, digamos assim: o museu interativo sobre a história da cerveja; e o memorial da secular cervejaria Bohemia.








A nossa impressão sobre o empreendimento é das mais realizadoras. Lúpulos plantados na entrada já prenunciavam o que estava por vir... Diferentemente da quase totalidade das visitas guiadas em cervejarias, onde o mote cervejeiro gira em torno da marca de cerveja visitada, na cervejaria Bohemia, todas as cervejas comerciais, de um modo geral, são representadas. O chamado “Túnel da Saga da Cerveja”, um museu centro de experiência cervejeira, com uso de recursos tecnológicos de ponta (que pode ser compartilhado em tempo real pelas redes sociais), apresenta uma aprofundada pesquisa histórica com a participação ilustrativa de marcas que não fazem parte do portfólio da AmBev e, ainda, concorrentes diretas. Para nós, essa é a maior prova de respeito e valorização à cerveja brasileira, tanto quanto, estrangeira. Uma atitude que, talvez, incline-se ao investimento estatal, entretanto resultante de simpatia à marca AmBev.






A transposição da etapa institucional para a reverência da história local - também nacional - é muito bem articulada pelo interlúdio da “Praça Koblenz”. Um contemplativo espaço aberto que proporciona uma pausa. Seguindo o itinerário da visita, partimos propriamente à cervejaria Bohemia restaurada e, em parte, original. A “Sala do Mestre Cervejeiro de Bohemia” é o memorial da marca. A caminho da “Sala Alquimia”, podemos experimentar insumos cervejeiros e conhecer - aí sim – as instalações fabris seculares, e apaixonantes...













E, claro, como de praxe, a experiência final é a degustativa. Depois de absorver tanta informação cervejeira torna-se inerente o brinde com a resultante do produto final. Saímos da teoria, direto para a prática do consumo de cerveja! Dois brindes são oferecidos, em dois momentos distintos. A instalação restaurada criou uma nova - e micro – cervejaria anexa à original desativada, onde é oferecido, com exclusividade, o chope Bohemia. Em, seguido momento, num espaço próprio para degustação são oferecidos os estilos especiais da linha. O conjunto, ainda, oferece um bar, o “Boteco Bohemia”, e uma loja de souvenires temáticos. Em nossa visita, foi apresentada a obra do restaurante que está por vir. E, para nossa grande surpresa, em primeira mão, fomos os primeiros a degustar a nova cerveja Bohemia Imperial, em homenagem a todo esse investimento.


Sergio Almeida, Ricardo Amorim, Chico Spagnolo, Pedro Pernambuco, Nicholas Bittencourt, Patrick Stephanou e João Amstalden

 

 

BOHEMIA IMPERIAL


foto: Bohemia
Casco com tampa de pressão e, capacidade de 550 ml - já utilizado pelas primeiras Bohemia especiais, assim como a saudosa Red Ale (Royal Ale). O rótulo é impresso gravada no vidro, mas mantém gravata adesiva para o lacre da tampa. O sistema da tampa potencializa um estouro chamativo ao abrir. Muito embora, a amostra degustada tenha apresentado espuma com pequeno volume e pouco persistente. A coloração dourada acobreada/âmbar lembra a da Serramalte. Despertou um aroma sutil de lúpulo, prevalecendo o do malte, que é composto de 90% para 10% de adjunto. É uma Pilsen Extra, com 5,2% APV, que gerou um final amargo e pouco seco. Corpo leve, com média carbonatação. Cerveja que homenageia o contexto histórico. A pesar do apelo promocional de edição limitada, deverá entrar em linha.






Thais Kersten, Ricardo Amorim e Sergio Almeida
A valorização da cerveja no mercado brasileiro de bebidas se dá através de investimentos como esse extraordinário museu idealizado na histórica cervejaria Bohemia da “cidade de pedra”. Fomenta a cultura cervejeira nacional, assim como os grandes eventos do setor, que crescem e se multiplicam a cada ano. A cada dia ficamos mais realizados. Hoje, a caminhada parece menor, e mais parceiros nos acompanham nessa jornada. Viva a cerveja brasileira! Visite o museu!




sábado, 21 de julho de 2012

UMA DÉCADA DE EISENBAHN


A degustação da Eisenbahn 10 anos é realmente uma memorável experiência sensorial. Para auxiliar essa análise, nada melhor que seguir a orientação do ‘expert’ Juliano Mendes, DNA Eisenbahn, ao melhor estilo Provetuite. No final, não pude deixar de resumir a nossa homenagem entoando um “Parabéns a Você”!

 



A EISENBAHN

Quando se pergunta aos amantes da boa cerveja por uma cervejaria nacional de referência, a Eisenbahn é, indiscutivelmente, uma das mais citadas e respeitadas. Antes de fazer parte do rol do Grupo Schincariol, fundada em 2002, em Blumenau (entitulada “cidade nacional da cerveja”), a Eisenbahn despontou pela primazia da repercussão da cultura cervejeira. Muito aprendemos com Juliano Mendes, que junto de seu pai Jarbas, e o irmão Bruno, iniciaram algo novo no Brasil. Trouxeram experiências de cervejarias belgas e alemãs na bagagem, para, junto de seu mestre-cervejeiro com formação na espirituosa Weihenstephan, Gerhard Beutling, rotularem o conceito da Reinheitsgebot. Ainda que, com o céu como limite, a Eisenbahn foi precursora de inúmeros estilos como o Champenoise (cerveja espumante). E, quando da compra pelo Grupo Schincariol, em 2008, onde os cervejeiros ficaram temerosos quanto ao futuro da microcervejaria, sabiamente a visão da gigante foi de manter a Eisenbahn na mesma planta e desenvolvimento, agregando uma monumental logística de distribuição. Com isso, além do Grupo Schincariol, os amantes da boa cerveja lucraram bons frutos.


A CERVEJA

Em 2007, para o aniversário dos seus cinco anos, a Eisenbahn lançou a Fünf (cinco, em alemão). Mais uma inovação. Na ocasião, consagrou-se como a cerveja (comercial) mais lupulada do Brasil. Uma Amber Ale com dry-hopping (método de “lupular a seco”), onde a cerveja recebe outra adição de lúpulo na fase de maturação. E, de contra partida, numa tendência de consumo, desde 2011 até hoje, as cervejas extremamente amargas tomaram conta dos lançamentos. Nós do TELECERVEJA imaginamos que a Eisenbahn lançaria uma cerveja para o aniversário de dez anos e, justamente, apostamos numa IPA, embora não seja um estilo tradicional da escola alemã. Todavia, tivemos meio acerto... Assim como o concurso Mestre Cervejeiro Eisenbahn continuou na fase Schincariol, a cerveja em “bebemoração” à década da Eisenbahn foi concebida. Foi, literalmente, o resultado do trabalho em equipe, formada por funcionários de distintos setores do Grupo Schincariol. Naturalmente, sendo um dos fundadores da marca, o consultor Juliano Mendes recebeu, ao longo dos anos, inúmeras indagações - inclusive do TELECERVEJA - sobre a possível cerveja “Eisenbahn Zehn” (zehn significa dez, em alemão), entretanto dentro da sistemática de uma grande cervejaria industrial, o ‘marketing’, capitaneado por Marina Barros foi quem sinalizou com verde a viabilidade, ou necessidade, do projeto. Quanto à nossa aposta sobre o estilo IPA, foi o gerente de canais especiais, o amigo Luciano Dutra, quem sugeriu um caminho singular ao estilo elegível. Através de conferências entre os citados, mais os mestres-cervejeiros do Grupo, Gerhard que lançou a idéia de uma peculiar Doppel Bock Clara, que depois foi sofisticada com chips (lascas) de carvalho oriundos da França e, assim como a Fünf, com o método dry-hopping. Em suma, de fato, um projeto em conjunto.





Se o estilo mostra-se mais uma inovação com a chancela Eisenbahn, onde Gerhard deve ter memorado a Weihenstephaner Vitus, uma Weizenbock Clara, que recebeu a mais alta nota de nossas avaliações, o produto do trabalho de seis meses não seria lançado discretamente. Também inovador foi o lançamento da cerveja. O local, ao contrário do que se especulava, não foi a unidade fabril da Eisenbhan, em Blumenau, e sim, a gigantesca matriz do Grupo Schincariol, em Itu onde a empresa foi fundada. Com certeza, foi a melhor tradução de que a Schincariol, assim como afirmou o presidente Gino Di Domenico, tem consciência da importância do canal de cervejas especiais como a marca Eisenbahn. E, esse momento consagrou a relevância dos formadores de opinião, onde nesse primeiro evento de lançamento, sem a presença de jornalistas, foi a hora e a vez dos blogueiros e especialistas, representados pelos mais notáveis articuladores das redes sociais e eventos cervejeiros. Representados pelos blogueiros Maurício Beltramelli (Brejas); Fabian Ponzi (Bebendo Bem); Fabricio Santos (FullPint); Bernardo Couto (Homini Lupulo); Daniel Wolff (Mestre-Cervejeiro); Guilherme Schwinn (Gastrobirra); e especialistas como José Padilha (Sommelier de Cervejas); Sady Homrich (Extra Malte); Leonardo Botto (cervejeiro caseiro); Pedro Braga (Bier Markt) e; humildemente o TELECERVEJA (Patrick Stephanou), na figura desse zitófilo que vos escreve. Certamente, seria impossível para a organização desse encontro congraçar todas as importantes figuras do cenário cervejeiro, todavia, de algum modo, como citamos, a máxima foi a representatividade desse grupo unido e amigável.

Patrick Stephanou (Telecerveja); Fabricio Santos (Full Pint); Sady Homrich (Extra Malte); e Fabian ponzi (Bebendo Bem)

Parabéns Eisenbahn por uma década inteira rica de cultura cervejeira!

terça-feira, 5 de junho de 2012

05/JUN - DCB

O TELECERVEJA apóia o DCB!

 Hoje é 05 de Junho: Dia da Cerveja Brasileira! Brindemos Rupprecht Loeffler! Brindemos a cerveja brasileira! Brindemos todos os amantes da boa cerveja! “Decebê!”

 



Procures a cerveja brasileira mais próxima!





Mais informações na página de fãs.
Fonte: All Beers



domingo, 8 de abril de 2012

A CERVEJA MAL CERVEJADA






Está no ar mais uma reles campanha publicitária de cerveja. Numa tentativa equivocada de agregar valor à marca Kaiser, instalou-se um constrangimento aos consumidores de Heineken em função da cervejaria avalizar qualidade a essa outra cerveja do portfólio da empresa.

Partindo da premissa que o tipo de propaganda aferida às competitivas cervejas de linha segue o padrão do produto e do público alvo: cervejas com matéria-prima barata para consumidores com pouca exigência. Sendo um “Cervejão” ou cervejas estupidamente mofadas com processos “360°” ou “sub zero”, entre tantos outros contos, tudo é permitido para inundar o mercado com pseudocervejas. Assim, podemos concordar que o mercado é democrático. Há cerveja para todos os gostos – e bolsos. Estamos livres da ditadura e do racionamento de cerveja que já tivemos que passar. Cada consumidor tem a liberdade de escolher a cerveja que lhe agradar.

Infelizmente, a Kaiser, que, hoje, é uma das melhores cervejas em seu segmento, não foi assim ao longo de sua história. Do mesmo modo que a falecida Malt 90 (Malt “Nojenta”), a Kaiser, em alguns estados da federação teve um valor negativo agregado à sua marca: o valor de “uma cerveja com sabor ruim”. E, de fato era. A Kaiser do passado tinha um sabor mais intragável que suas concorrentes. A marca tinha tanta falta de prestígio que quando colávamos um rótulo de Kaiser num casco de Brahma, o temerário brahmeiro conseguia achar a Brahma ruim... Muitas campanhas publicitárias foram hasteadas para tentar valorizar a marca Kaiser, tanto que podemos notar a repetitiva mudança do brasão (vamos combinar... esse colchete e chave atual é de lascar...), todavia a memória degustativa do consumidor amarrou o produto para sempre. Um dos piores vícios que uma marca pode ter é quando ela se transforma em chacota. Levar Kaiser num churrasco sempre foi sinônimo de piada! Sempre achamos que o caminho natural da marca Kaiser fosse o abandono, tanto é que a “Kaiser Gold” virou apenas Gold... Entretanto, e talvez, o custo para reposicionar uma marca seja, às vezes, mais barato do que criar uma nova. E, quem sabe, estragar outra marca? A Heineken!

E, tem mais! Se, tratamos especificamente da marca Kaiser, defendendo o sabor de sua cerveja; o mesmo não podemos afirmar da Heineken. A Heineken, uma marca líder, que nessa campanha é utilizada para agregar prestígio à Kaiser, anda um tanto apática em seu sabor. As versões nacionais (garrafas de 355 e 600 ml), diferentemente das holandesas (barrilete, lata, e garrafas de 650 ml), andam muito fracas em sabor. Legitimamente aguadas, sem sabor de malte e, com raro buquê de lúpulo Saaz – reconhecimento clássico da cerveja. Por tanto fica a pergunta: Será que a Kaiser anda prejudicando, além da marca, a receita da cerveja Heineken?


domingo, 18 de março de 2012

DO BARRIL


Em meio aos cumprimentos dos 4 anos do TELECERVEJA, muita gente perguntou onde ficam aquelas 24 torneiras de chope da imagem de publicação do aniversário. Pois bem, quem estiver em Porto Alegre, a partir dessa segunda-feira, 19 de Março, poderá apreciar mais um bom bar para degustar boas cervejas. Trata-se da primeira filial do Bier Markt, chamada “Bier Markt Vom Fass”, ou seja, Bier Markt “Do Barril”! O novo bar fica, no Moinhos de Vento, na rua Barão De Santo Ângelo, 497 (esquina Marquês do Herval). É do barril!

Assista o BMVF no piloto do TELECERVEJA TV!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

RAPAZ

A Chanceler alemã Angela Merkel, o mesmo que presidenta da Alemanha – país de tradição cervejeira, teve a nuca molhada por cerveja, fruto da imperícia de um garçom. Foi num encontro partidário, junto aos seus correligionários democratas-cristãos, em plena Quarta-feira de Cinzas.

Após o incidente, Merkel ofereceu ao nervoso garçom Martin um olhar fulminante seguido de um sorriso de Monalisa. Sem dar importância ao acontecido, a Chanceler brindou a bebida.





quarta-feira, 28 de setembro de 2011

CERVEJA BOA NÃO É PARA OS FRACOS

O amigo, e colecionador de portacopos de cerveja, Paulo Winkelmann nos enviou a ligação desse vídeo. Reclame interativo da cerveja dinamarquesa Carlsberg que presenteava com cerveja somente os consumidores corajosos - ou sem preconceitos.
O que tu farias nessa situação?

quinta-feira, 21 de julho de 2011

BARES BARBARIDADES


Wallace carregado por Pedro Braga, enquanto Adolfo Bandeira leva o bolo

Sábado, dia 16 de Julho, o BierMarkt “bebemorou” dois anos de existência. Umas das conquistas lembradas na festa foram os dois prêmios concedidos pela revista Veja: melhor chope, em 2010; e melhor carta de cervejas, nesse ano. Ou seja, um bar já consagrado em tão pouco tempo.


brinde com copo Yard (Pauwel Kwak)

Para o aniversário, a cervejaria Seasons, do casal cervejeiro Leonardo Sewald e Caroline Bender, criaram a Seasons Wallace Amber. Uma cerveja de estilo Âmbar Estadunidense de Alta Fermentação (AAA - American Amber Ale), com o nome do mascote do bar, que é um alce de pelúcia trazido de Blumenau.

Falando em cerveja da casa, ou melhor, prata da casa, o TELECERVEJA não poderia deixar de incentivar a boa vontade do garçom Marcelo Pereira, e seus amigos André Ferreira e Rafael Wolski, por brassarem, a seis mãos, a cerveja “La Missioneira”. Uma Pilsen. Nossas impressões podem não ser as melhores em relação ao produto final, mas acreditamos que o mérito está em fazer cerveja de verdade.









LA MISSIONEIRA

PRESSÃO: Boa pressão na garrafa com tampa estanque (“weck” ou “flip-top”). Creme duradouro de grande volume.

APARÊNCIA: Cerveja turva de coloração tímida amarela-esverdeada, que foge ao estilo.

AROMA: Aroma predominante de lúpulo, todavia aguçado pela pouca presença de malte...

SABOR: Sabor pouco consistente, embora puro.

CORPO: Boa carbonatação, entretanto com desequilíbrio que assemelha frisante.

IMPRESSÃO GERAL: Cerveja artesanal com algumas imperfeições, porém honesta ao ímpeto de ser fazer cerveja com o próprio punho.







DegustaTV: Patrick (Telecerveja),  Fabian (Bebendo Bem), e Tito (Confraria Bagual)
Continuando a farra, na Segunda-feira seguinte, dia 18, estivemos no Lagom Brewpub, no lançamento da Baldhead Tchê Loco Rui BirIPA. Entre homenagens, como os presentes músicos Rafael Malenotti e Veco Marques que gravaram uma versão à música “Canção do Amigo”, de Rui Biriva; a cerveja foi o brinde mais ovacionado. Salve Rui!






Se no bar existem doze torneiras, nessa imagem compomos um time de onze amigos, dedicando a excedente ao homenageado Rui Da Silva Leonhardt, um próprio “biriva” - viajante (antigamente, designação dos tropeiros das comunidades serranas que levavam mercadorias coloniais). Que tua viagem seja uma bela passagem!


O time





quarta-feira, 16 de março de 2011

TELECERVEJA 3 ANOS!





Dia 17 de Março de 2011 o TELECERVEJA completa 3 anos, entrando, assim, em seu ano IV. Nada melhor do que brindarmos esse aniversário junto às “bebemorações” do dia do santo padroeiro desse blogue cervejeiro: São Patrício, santo padroeiro – também - da Irlanda!

Sendo Porto Alegre a cidade de residência desse editor, tínhamos que tomar uma árdua decisão: “Em qual bar iremos bebemorar esse grande dia?”. Por fim resolvemos festejar em todos os bares. Eu mais os parceiros do Degusta TV, os mestres blogueiros Fabian Ponzi, do Bebendo Bem; e o Tito Aguiar, do Confraria Bagual.



O itinerário da nossa "rastejada" (pub crawl) segue essa ordem, onde, o fim da linha deverá ser no Lagom. Isso se o Tito deixar nós o tirarmos do Shamrock!



Mulligan MV
(da turminha Aparício, Fabinho, Bira e companhia. Bar que inaugura sua filial na zona sul – Mulligan ZS)
Dia de São Patrício:
R$ 25,= entrada + camiseta comemorativa (limitadas)






Dublin Irish Pub
(ano passado o Alex Kapranos deu uma passadinha por lá...)
Dia de São Patrício:
R$ 25,= entrada com alguma peça de roupa verde
R$ 35,= entrada sem alguma peça de roupa verde
R$ 65,= camiseta comemorativa + pulseira VIP à entrada preferencial (venda antecipada)



Bier Markt
(Cerveja levada à sério pelo Adolfo, Pedro, e Dindo)
Dia de São Patrício:
R$ 40,= 3 pints Guinness ou 8 chopes Barley Natural Verde



















Finnegan Irish Pub
(do Paulinho, mesmo proprietário dos Mulligans MV e ZS)
Dia de São Patrício:
R$ 15,= entrada + camiseta comemorativa (limitadas)



Apolinário
(Advogado pelo Alessandro!)
rua José do Patrocínio, 527 - Cidade Baixa - @ApolinarioBar
Dia de São Patrício:
ACERVA Gaúcha convida para beber um chpe verde


















Shamrock Pub
(do Simon que está na Irlanda, sendo consulado pelo Rafael)
Dia de São Patrício: 
R$ 40,= ingresso e camiseta comemorativa (limitados)



Lagom Brewpub
(cerveja o suficiente para os 4 vikings Chaulet, Felipetto, Polleto e Ildo)
Dia de São Patrício:
R$ 40,= 4 pints Irish Stout ou 4 pints de Cerveja Verde

PS.: Tanto os Mulligans/Finnegan quanto o Lagom terão apresentações da banda The Irish Fellas.


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