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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

SOCIEDADE SECRETA DA CERVEJA


Nosso amigo Vittorio Lewandowski, pela primeira vez, se rende à imprensa e abre seu bar Bierkeller à matéria jornalística.

(cliques na imagem para assitir a reportagem)


Assista, também, a descoberta da "passagem secreta"...

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

quinta-feira, 25 de abril de 2013

GRAÇAS A DEUS










Entre Deus e o Diabo


Em qualquer segmento, a dificuldade de acesso a um bem de consumo o torna raro, e conseqüentemente, caro. Cervejas extremamente custosas persistem, ao tempo, inacessíveis a vários entusiastas, gerando mitos em torno de uma cobiçada experiência degustativa. E, talvez, nem tão caras quando a relação custo-benefício aponta a uma razão ótima. “Passaram-se uns 8 anos até nos encontrarmos com Deus”. Cerveja que não nos permitíamos provar pelo seu alto preço na marca dos R$ 200,00. Hoje, encontrada até 40% mais barata, incentivou-nos ao investimento. Todavia, a vida é surpreendente! À véspera de compra-la, uma Deus 2011 entrou em nossa casa pela mão de um amigo. E, 10 dias depois, outras duas, 2011 e 2012, foram ofertadas por outros amigos. Será esse o poder de Deus?


Sady Homrich, Renato Borghetti, e Patrick Stephanou
  
Na vida, pequenas doses de luxúria talvez sejam perdoadas. Como saberemos todas as sensações (guardadas exceções degradantes) se não as desfrutarmos, ao menos uma única vez? A cerveja Deus é, realmente, uma das mais memoráveis experiências cervejeiras, fazendo valer cada centavo empregado em seu consumo. Cerveja belga tipo espumante, com 11,5% APV, vendida em “safra” anual de 15mil garrafas. (E, diga-se de passagem que é produzida pela Bosteels que produz também a Kwak e a Tripel Karmeliet). Coloração clara, levemente dourada, translúcida e com grande volume de espuma. Apresenta corpo frisante, bastante carbonatado, aflorando aromas cítricos e amadeirados. O sabor predominante é herbal, denotando uma complexidade única que compreende todos os cinco gostos da língua, com ênfase no doce e final amargo. Enfim, uma cerveja que podemos chamar de perfeita como a obra de Deus.



segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

TELECERVEJA 2013




Voltando de um ínterim, o TELECERVEJA renova o ímpeto, focando um discurso mais crítico ao cenário cervejeiro, na opinião, de Patrick Stephanou - esse que vos escreve. Felizmente, chegamos a um estágio, em que os consumidores não carecem mais tanto de catequização, servidos de muita informação oriundas das próprias cervejarias, lojas, bares, blogues, entre outros. Assim, o nosso foco apropria-se da avaliação e repercussão desse crescimento e desenvolvimento do mercado de cervejas especiais no país. O formato do blogue, agora, busca a identidade de um tablóide, com nossa coluna, charges, e novidades.

Cliques na imagem para ver o vídeo.

Em pleno período de férias, nada melhor que um “zitoturismo” (turismo cervejeiro). Então, que tal acompanhar a odisséia de um amante da cerveja, que a respeita como uma de suas paixões? No segundo episódio da mini série ‘Borghetti na Estrada’, “Cerveja, churrasco, e inspiração”, o simpático gaiteiro Renato Borghetti (Borghettinho) nos proporciona acompanharmos suas peculiares experiências cervejeiras na Europa. Gelar cerveja com neve? Borghettiando por aí...

Corujando, entre o Borghettinho e o Burgomestre Sady Homrich em dois momentos, 2006 e 2007.






quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A CERVEJA DO TELECERVEJA







Voltamos ao triunfo após uma trégua nas incursões cervejeiras em panelas, desde o tempo em que participávamos das brassagens na confraria Bierkeller da SOGIPA. Lá, o mestre, Denis Da Silva, hoje, com sua prórpia cervejaria, foi o comandante que, além de nos ensinar a prática da cerveja, nos consagrou com a saga de vitórias dos concursos de cerveja da primeira confraria de cervejeiros artesanais no Rio Grande do Sul. Na época, 2006, tudo era novidade. Lembro que a cerveja do grupo formado por quatro amigos chamava-se “Freund”, ou seja, ‘amigo’ em alemão, quer dizer, já se referenciava a cultura alemã como cervejeira.


Agora, com grande satisfação, voltamos a brassar. E, como não poderia deixar de ser: com os amigos! Precisamente acatando as criações do Alan De Andrade, parceiro dos tempos de faculdade, ele na Engenharia Mecânica da Federal, e eu na Arquitetura, da particular... Hoje, o Alan trabalha no ramo de alimentação e, somado aos seus conhecimentos e experiência na sua área de formação, ficou fácil para ele dominar o processo de elaboração metódica da cerveja. Com o mesmo garbo dos produtos que vende na sua empresa, a Delos, ele desenvolve receitas especiais de diversos estilos cervejeiros. Adepto do Beer Smith, a produção de cervejas leva o nome fantasia de Pirapó (rua da Delos). E, das duas primeiras cervejas das quais participamos, a Pirapó Red Ale, nós rotulamos como “Stephanou São Miguel”, em homenagem ao nosso primogênito Miguel Stephanou que está por chegar... A outra, Pirapó Loirosa da Galera, uma Pale Ale, chamamos de “Stephanou Ozzy”, dedicada ao nosso companheiro canino, um Golden Retriever de 1 ano e três meses, chamado Ozzy. Para ficar claro, “Stephanou” é o sobrenome desse que vos escreve, e nosso sonho de cervejaria tem esse nome... Seguindo nosso estilo, duas curiosidades ficaram por conta da tradução literal que fizemos ao nome dos dois estilos! A Red Ale é chamada de “Vermelha de Alta” e; a Pale Ale, “Pálida de Alta”. Mas, vamos direto ao escopo. Ao copo! (Na próxima matéria!).



quarta-feira, 2 de maio de 2012

ENCONTRO DE AMIGOS






Começamos cedo a colecionar cervejas. Era final de 1989 quando levamos nossas três latas de cerveja trazidas da Europa pelo pai ao primeiro encontro de colecionadores de cerveja de Porto Alegre. Num mundo, então, não globalizado assistíamos filmes onde motociclistas estadunidenses amassavam latas de cervejas com a mão com grande facilidade e nós tentávamos imitá-los com as nossas Brahma e Malt 90 feitas em folha de flandres... Foram essas latas européias Löwenbräu; Spaten; e Heineken, de alumínio, da década de 70, que expuseram nosso atraso.

Num mercado cervejeiro interno precário, cada souvenir nacional ou estrangeiro era caçado e comemorado com grande exibicionismo: as prateleiras! E, essas iam cobrindo o quarto como papeis de parede.

Anos depois, sem o auxílio da grande rede, a descoberta de novos colecionadores era outra vitória, pois haveríamos de trocar mais informações, assim como nossos itens brewerianos. Até que em 1994, com um belo time, fundamos o TCHERVEJA. E, nesse clube descobrimos que a maior coleção que formamos é a de amigos. Amigos de várias partes do Brasil e do mundo.

O colecionismo da embalagem de cerveja sempre andou junto ao apreço pelo líquido, e à descoberta de novos sabores. Por exemplo, foi a Kaiser Weiss, produzida no país, que nos fez pesquisar o estilo.  Poucos sabem que essa cerveja existiu... Nossa coleção registra e pode ilustrar essa história. E, assim, no novo milênio, fomos descobrindo o mundo novo das cervejas do antigo continente.

Para ilustrar a promoção do 12º Encontro de Colecionáveis Cervejeiros, expomos três porta-copos autografados que, para nós, registram a união das paixões pela embalagem e pelo líquido. Participes desse universo! Próximo Sábado, no Mercado Público Municipal de Porto Alegre.


Carlos Bolzan, cervejaria Dado Bier




João Carlos Kerber, cervejaria Whitehead




Leonardo Botto, Botto Bier



quarta-feira, 20 de maio de 2009

CPM – CESKÉ BUDEJOVICE\REPÚBLICA CHECA


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Em abril do ano passado, o cervejeiro pelo mundo (CPM) José Eduardo Pietscher esteve, à trabalho, na cidade de Skalica, na Eslováquia, próxima à fronteira com a República Checa. Dois países que foram separados politicamente, todavia a cerveja ultrapassa essas barreiras...

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O José, então, foi até a cidade checa de Ceské Budejovice à caça das famosas cervejas daquele país. No primeiro estabelecimento que visitou, o qual lembra um calabouço, ele se enfastiou com a verdadeira Budweiser – que não é a estadunidense -, e sim, a Budweiser Budvar, servida diretamente do barril nas versões clara (svetly) e escura (tmavy). Aproveitando a estada na mesma cidade, esse esperto caçador de cervejas descobriu que no bar anexo à arena de hóquei (esporte nacional daquele país) servem a Pilsner Urquell, também embarrilada. Enquanto o amistoso entre as seleções da Eslováquia e Letônia – de resultado, respectivamente, de 2 a 0 – seguia em segundo plano, os freqüentadores do boteco só queriam saber da Urquell...

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O José é o feliz que se repete nas fotos com copo de cerveja na mão. O outro figurante que, também, se repete é o Radek, um borracho que fazia um veneninho destilado o qual carregava numa garrafinha de bolso, certamente para emegencias que aconteciam à toda hora!

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Depois dessa bela narrativa em busca de boas cervejas, imaginei o Carlos Drummond de Andrade acompanhando o José Eduardo em um botequinho carioca com cerveja ruim, e perguntando: E agora, José?

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sexta-feira, 8 de maio de 2009

CPM – BUENOS AIRES\ARGENTINA

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Uma boa pedida aos cervejeiros brasileiros é visitar a cidade do tango “Mi Buenos Aires querido”, do uruguaio de Tacuarembó, Carlos Gardel. A tradição cervejeira na Argentina é tão forte quanto a do Brasil, e na capital temos, além de muitas opções turísticas e culturais, ótimas opções em cerveja. Nas oportunidades em que estivemos por lá, a nossa memória etílica nos permite lembrar, brandamente, de um “rastreamento de bar” no coração do bairro Recoleta. Dá para beber e comer muito bem, de bar em bar, passando da Buller à Rubia y Negra. Alguns alardeavam emocionados a Quilmes Imperial, que comparada a uma cerveja artesanal é covardia.
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Por falar em cerveja artesanal Argentina, o amigo porto alegrense (porto-alegrense sem o hífen é o mesmo que torcedor do Grêmio Porto Alegrense...), colega e contemporâneo da Arquitetura, arquiteto Domingos Nocchi, esteve no verão passado, em Buenos Aires, para assistir o espetáculo da Maddy Ciccone, e aproveitou a passagem (no duplo sentido) para degustar algumas boas cervejas. Ele figura, aqui no TELECERVEJA, como um CPM (Cervejeiro Pelo Mundo) por nos enviar essas duas imagens:
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1- Degustaçãozinha básica com Antares – cerveja artesanal que lembra a Eisenbahn, catarinense; e

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2- Pitoresco brinde, com o personagem cervejeiro Homer Simpson, ao terceiro caneco de El Bolsón sin glúten (que deve ser para celíacos!).

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terça-feira, 5 de maio de 2009

CPM – HAMM\ALEMANHA



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O prezado amigo Paulo Winkelmann (centro da foto), colecionador de portacopos de cerveja, secretário do clube cervejeiro gaúcho (TCHERVEJA), visitou um encontro de colecionadores cervejeiros na companhia de outro amigo nosso, o colecionador cervejeiro Ibes Pacheco. Chegando no evento, no dia 04 de abril, na cidade de Hamm, na Alemanha, foram saudados pelo ex-presidente do clube de colecionismo alemão (FVB), Volker Petry, e pelo vice-prefeito da cidade – filho de um porto-alegrense (de jaqueta verde da Isenbeck!). Além de ganharem uma placa por visitarem o evento, nossos representantes brasileiros receberam um elefante pela visita à cidade de Hamm, lembrada pelo elefante de vidro do Maximilianpark. O Paulo percorreu cerca de 3000 quilômetros, em uma semana, visitando cervejarias da Alemanha e da Áustria.

Isso que é curtir um feriado prolongado de páscoa!

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sexta-feira, 1 de maio de 2009

CPM - CANOINHAS\SC

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Olha aí o André Planinz, do Bier Tour, em Canoinhas, norte de Santa Catarina, visitando o lendário senhor Rupprecht Loeffler - herdeiro e mestrecervejeiro da cervejaria Canoinhense. O André esteve por lá há dois anos (21/ABR/07).
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Nessa mesma época, por conta de um espetáculo da banda Nenhum de Nós, pelas bandas de lá, o amigo Sady Homrich, baterista cervejeiro, me trouxe de presente uma Nó de Pinho, cerveja escura tipo Kulmbach - uma Schwartzbier. O nome da cerveja surgiu dos comentários de que o líquido escuro sugeriria o cozimento com nós de pinho! Confesso que o sabor ácido e o gosto de barril de carvalho não me agradaram, todavia a produção é um exemplo a todo amante de cerveja. Existe toda uma tradição e histórias pitorescas em torno das cervejas Canoinhenses (a Nó de Pinho; mais a Jahu; a Mocinha; e a Bock Porter) que merecem toda a nossa admiração. O André esteve lá, quem sabe ele nos conta mais sobre a sua experiência...

quarta-feira, 29 de abril de 2009

CERVEJEIROS PELO MUNDO (CPM)

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Ilustríssimo telecervejeiro ou telecervejeira,

com o intuito de divulgar a face oculta dos apreciadores da boa cerveja pelo mundo afora, pegando carona no Slow Bier Brasil, o TELECERVEJA criou a série “CERVEJEIROS PELO MUNDO”. Pouco a pouco, vamos postando as fotografias enviadas ao nosso endereço eletrônico patrick@stephanou.com.br. Envies a tua, indicando nome; local; e possível data. Só valem as imagens alusivas à cerveja, ou seja, que tenham alguma referência, ou a própria cerveja. Eu começo a brincadeira...

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Patrick Stephanou

Machu Picchu, 02 de agosto de 2006

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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

QUADRINHOS DO CERVEJEIRO

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Através de um sítio de autocriação de quadrinhos, o cervejeiro caseiro Nicolai Poletto expôs uma crítica ao oligopólio da cerveja, frente ao segmento crescente da cerveja artesanal. Conforme o próprio criador: “A idéia é que as pessoas divulguem, para que consumidores da Ambev vejam e se sintam instigados a provar novas cervejas. Se tu puderes publicar no diário, beleza! Mais gente vai ver, e é este o objetivo. Eu mandei os quadrinhos pensando ainda em melhorá-los, mas acho que está bom tosco assim... Podes mandar ficha!”.
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